ALZHEIMER, CIÊNCIA, EVENTOS, PARKINSON

Palestra Expo Cannabis 2025 – Canabinoides no tratamento da Doença de Parkinson – Dra Ana Ruver

Canabinoides e Doença de Parkinson: evidências clínicas, ciência e compromisso com o cuidado

Neste vídeo, compartilho a íntegra da palestra que apresentei na ExpoCannabis 2025, um dos maiores eventos dedicados à ciência, à saúde e às políticas relacionadas à Cannabis medicinal no Brasil e no mundo.

A palestra, intitulada “Canabinoides para o tratamento da Doença de Parkinson: evidências clínicas e perspectivas”, foi construída a partir da minha trajetória como farmacêutica clínica, pesquisadora e doutora em farmacologia, além da vivência direta com pacientes e familiares que enfrentam diariamente os desafios impostos pela Doença de Parkinson.

Minha pesquisa é, acima de tudo, dedicada a cada paciente com Parkinson e às suas famílias — pessoas que lutam incansavelmente por qualidade de vida, dignidade, autonomia e acesso a tratamentos baseados em evidência científica. Ao longo da apresentação, discuto dados clínicos, resultados de estudos, mecanismos farmacológicos dos canabinoides e as perspectivas reais de uso desses compostos como estratégia terapêutica complementar, sempre com foco na segurança, individualização do tratamento e acompanhamento profissional.

A palestra integrou o Palco Cannabis Medicinal, durante o I Congresso Dr. Elisaldo Carlini, um espaço de diálogo científico e interdisciplinar sob a cuidadosa curadoria de Lorrany Teixeira, ao qual sou profundamente grata pela confiança e pelo convite.

Compartilhar este conteúdo aqui no site é uma forma de ampliar o acesso à informação qualificada, combater a desinformação e reforçar a importância do olhar científico, ético e humano no uso da Cannabis medicinal, especialmente nas doenças neurodegenerativas.

Que este material possa contribuir para profissionais da saúde, pesquisadores, pacientes e familiares que buscam conhecimento, esperança e caminhos terapêuticos fundamentados na ciência.

Assista à palestra completa  para mais conhecimento

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ANA NA MÍDIA, ENTREVISTA, PARKINSON

Estudo Brasileiro Inédito Usa Cannabis no Tratamento da Doença de Parkinson

Um estudo inédito conduzido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está abrindo novas perspectivas para o tratamento da Doença de Parkinson. Liderado pela Dra. Ana Carolina Ruver Martins, farmacologista e especialista em interações medicamentosas, o trabalho investiga os efeitos terapêuticos da cannabis medicinal, mais especificamente dos canabinoides CBD (canabidiol) e THC (tetrahidrocanabinol).


O que o estudo revelou?

A pesquisa envolveu 68 pacientes com Parkinson em estágio leve a moderado. Durante seis meses, eles foram divididos em dois grupos:

  • Um grupo recebeu um placebo (substância sem efeito terapêutico, mas com o mesmo sabor, cheiro e aparência do medicamento);

  • O outro grupo recebeu óleo contendo CBD e THC em doses terapêuticas cuidadosamente selecionadas.

O protocolo do estudo foi duplo-cego e controlado, ou seja, nem os pesquisadores nem os pacientes sabiam quem estava usando o medicamento real. Essa metodologia aumenta a confiabilidade dos resultados.

Principais resultados:

  • Melhora significativa nos sintomas motores, como tremores, rigidez muscular e dificuldade de locomoção;

  • Redução de sintomas não motores, como depressão, ansiedade e distúrbios do sono;

  • Efeitos positivos foram observados de forma mais rápida e intensa no grupo que recebeu os canabinoides.


Como a cannabis atua no organismo?

Segundo a Dra. Ana Carolina, a cannabis medicinal atua no sistema endocanabinoide, um sistema biológico que ajuda a manter o equilíbrio do organismo, especialmente no sistema nervoso.

  • O THC, em doses controladas, se liga a receptores que regulam os movimentos e ajudam a reduzir tremores e rigidez.

  • O CBD tem forte ação anti-inflamatória e antioxidante, protegendo os neurônios e diminuindo inflamações que afetam o cérebro de pacientes com Parkinson.


Por que esse estudo é tão importante?

De acordo com a pesquisadora, apenas 11 estudos clínicos com seres humanos sobre o uso de cannabis no Parkinson foram publicados no mundo até o momento. Muitos deles não usaram doses padronizadas nem protocolos rigorosos como este.

Além de trazer evidência científica robusta, o estudo:

  • Ajuda médicos a tomarem decisões mais seguras sobre a prescrição de cannabis medicinal;

  • Contribui para o desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos à base de CBD e THC;

  • Apoia a regulamentação brasileira, como a RDC 327/2019, que autoriza a comercialização desses produtos em farmácias com prescrição médica.


E os próximos passos?

Os pacientes que participaram da primeira fase continuam sendo acompanhados em uma nova etapa do estudo, com duração de mais dois anos, para verificar se os efeitos positivos se mantêm a longo prazo.


Conclusão

O trabalho da Dra. Ana Carolina Ruver Martins representa um avanço importante para a ciência brasileira e uma nova esperança para quem convive com a Doença de Parkinson. A cannabis medicinal, quando usada com responsabilidade e sob acompanhamento profissional, pode se tornar uma aliada poderosa no tratamento de sintomas motores e emocionais da doença.

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ANA NA MÍDIA, PARKINSON

Cannabis Medicinal no Tratamento da Doença de Parkinson: Estudo Brasileiro Aponta Resultados Promissores

Um estudo inédito realizado no Brasil está chamando atenção no cenário da ciência e da saúde. Liderado pela Dra. Ana Carolina Ruver Martins, doutora em farmacologia, o projeto investigou o uso da cannabis medicinal no tratamento da Doença de Parkinson e revelou resultados animadores.

O estudo foi conduzido com 68 pacientes com Parkinson em estágio leve a moderado, utilizando uma combinação terapêutica de canabidiol (CBD) e tetrahidrocanabinol (THC) — dois dos principais compostos ativos presentes na planta cannabis.

Tratamento com canabidiol para Parkinson: o que o estudo revelou?

A pesquisa foi dividida em duas fases:

  • Fase 1 – Duplo-cego com placebo: Nenhum dos participantes, nem os pesquisadores, sabiam quem estava recebendo o canabidiol com THC e quem estava recebendo apenas placebo.

  • Fase 2 – Aberta: Todos os pacientes passaram a receber o tratamento com cannabis medicinal, com acompanhamento contínuo.

Principais resultados:

  • Melhora significativa nos sintomas motores, como tremores e rigidez;

  • Redução na necessidade de outros medicamentos, especialmente para sintomas não motores;

  • Melhora da qualidade do sono;

  • Destaque para o grupo feminino, que respondeu com ainda mais eficácia ao tratamento.

 

Canabidiol no Brasil: regulamentação e acesso

Além dos resultados clínicos, o estudo também abre espaço para refletir sobre a regulamentação do canabidiol no Brasil. Hoje, os pacientes podem ter acesso a produtos derivados de cannabis por meio de:

  • Prescrição médica em farmácias, conforme a RDC 327/2019;

  • Importação autorizada pela Anvisa, com base na RDC 660;

  • Associações de pacientes, que também estão sendo regulamentadas.

O futuro do tratamento para Parkinson com cannabis medicinal

A pesquisa agora entra em sua fase de acompanhamento de longo prazo, com duração de dois anos, para avaliar a manutenção dos benefícios da cannabis ao longo do tempo.

A Dra. Ana Carolina reforça que o uso terapêutico do canabidiol para Parkinson deve sempre ser acompanhado por profissionais habilitados, respeitando a individualidade de cada paciente e observando possíveis interações com outras medicações.

📍 Atendimento Online

Se você deseja saber mais sobre o estudo ou buscar acompanhamento com a Dra. Ana Carolina Ruver Martins, envie um whatsapp em 45 9 9149-3077

💡 Conclusão

Este estudo brasileiro sobre Parkinson e cannabis medicinal reforça o potencial terapêutico dos canabinoides e representa uma nova esperança para milhares de pessoas que convivem com a doença.

Com o avanço da ciência e o apoio de regulamentações sérias, o canabidiol no Brasil está se consolidando como uma alternativa segura e eficaz no tratamento de doenças neurológicas.

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ALZHEIMER, CIÊNCIA, PARKINSON

Minha pesquisa na UFSC explora potencial da Cannabis para Parkinson e Alzheimer

Pesquisa com Cannabis para tratar pacientes portadores de Parkinson e Alzheimer tem início na UFSC

Minha pesquisa para Parkinson com cannabis (CBD e THC) junto à UFSC  está mostrando seus primeiros resultados.

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A cannabis é uma planta muito valiosa no tratamento de muitas doenças, dentre elas o parkinson e o Alzheimer… E na nossa pesquisa, vamos demonstrar quais são os principais potenciais dos dois principais compostos da cannabis (o CBD e o THC) sobre os sintomas e a progressão dessas  duas doenças…

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Atualmente, 68 pacientes com Parkinson estão participando da nossa pesquisa e completando 3 meses de tratamento com cannabis ou com placebo. Mas Ana, para que você colocou metade dos pacientes tomar placebo?… A resposta é que aqui entra algo muito importante…

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Para um tratamento ser validado e poder ser incluído na clínica, dando acesso a todos os pacientes que tiverem indicação, é preciso o’que chamamos de evidência científica… Essa evidência científica acontece demonstrando claramente que há uma diferença matemática importante na melhora de pacientes que tomaram o medicamento comparado a pacientes que não tomaram. Então, para que todos os portadores de Parkinson possam em um futuro mais breve possível usar o CBD, essa etapa é crucial…

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Mas calma… Após completarmos os 6 primeiros meses de tratamento, todos os 68 pacientes terão a oportunidade de usar o medicamento por mais 2 anos e 3 meses de pesquisa… e ser acompanhado por mim e pela minha equipe incrível de pesquisadores junto à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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Em breve teremos os primeiros resultados divulgados, e tratei aqui para vocês acompanharem as novidades…

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Além do tratamento para Parkinson… minha segunda pesquisa com Alzheimer, e que tem meu avô como inspiração, está com as inscrições abertas… Essa pesquisa, vinculada à UFSC, tem como parceira a Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana) em Foz do Iguaçu, Paraná,  onde serão realizadas  as avaliações dos pacientes. 

Veja a reportagem de divulgação 

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Se você conhece alguém com Alzheimer, e que possa estar comparecendo mensalmente às avaliações presenciais em Foz do Iguaçu/PR, compartilhe esse post e dê uma chance a ele de receber esse tratamento tão promissor.

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Meu compromisso é com cada vida que chega até mim… Dando o meu melhor, como cientista, cuidadora, farmacêutica e amiga!

 

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Da Planta ao Paciente: Minha Pesquisa na UNILA Sobre a Eficácia da Cannabis no Parkinson
PARKINSON

Da Planta ao Paciente: Minha Pesquisa na UNILA Sobre a Eficácia da Cannabis no Parkinson

Em nossa caminhada pela vida, todos nós encontramos desafios e obstáculos. Imagine, porém, acordar todos os dias lidando com tremores persistentes, uma sensação constante de rigidez e movimentos mais lentos. 

Para aqueles que enfrentam a doença de Parkinson, esse é o seu dia a dia. 

Mas a boa notícia é que uma solução natural tem se destacado como um raio de esperança: a Cannabis medicinal

Entenda como essa alternativa vem ajudando a melhorar a qualidade de vida de muitos pacientes com Parkinson e por que ela está se tornando uma opção popular no mundo da saúde.

Cannabis Medicinal: Transformando a Realidade dos Pacientes com Parkinson

A doença de Parkinson é um adversário difícil de ser enfrentado e o combate diário é real e, muitas vezes, dolorido para o corpo e para a alma.

Antes de abordar a solução promissora, é vital compreender a complexidade do problema.

Embora externamente muitos pacientes possam parecer bem, as batalhas internas são intensas e constantes.

Não estamos falando apenas de tremores característicos: a rigidez muscular, a lentidão dos movimentos, as alterações na fala, a perda de expressão facial e os problemas de equilíbrio são apenas algumas das manifestações desta doença.

Além desses sintomas motores, desafios cognitivos como dificuldades de memória, alterações no humor e sentimentos de ansiedade ou depressão são comuns.

E quando falamos em números, a dimensão do problema se torna ainda mais evidente.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 6 milhões de pessoas são afetadas por Parkinson em todo o mundo, e esse número está crescendo à medida que a população envelhece.

O que é mais preocupante é que muitos destes casos podem não ser diagnosticados prontamente o que leva ao atraso no início do tratamento.

A doença de Parkinson não discrimina: ela afeta pessoas de todas as origens, gêneros e etnias. A consciência e o conhecimento são fundamentais para apoiar e entender aqueles que enfrentam este desafio diariamente. 

O Raio de Esperança: Cannabis Medicinal

A medicina está sempre avançando, buscando soluções melhores. Mas, mesmo com tantas inovações, tratar o Parkinson ainda é um desafio e tanto. A razão?

As medicações tradicionais apresentam muitas limitações e podem trazer efeitos bem desagradáveis.

Imagine você sentindo movimentos que não consegue controlar, dores que aparecem do nada, ou momentos em que parece que seu corpo inteiro “travou”. E o pior, esses problemas muitas vezes vêm justamente do tratamento.

Parece desanimador, né? Mas calma! A natureza pode ter uma solução surpreendente pra gente: a Cannabis medicinal.

Essa planta, que já foi usada em muitos tratamentos no passado, está mostrando resultados incríveis para quem tem Parkinson.

Mas, como funciona?

Nosso organismo abriga o sistema endocanabinoide, vital na modulação de várias funções, inclusive no controle e capacidade dos nossos movimentos e a percepção de dor.

A Cannabis, com seus compostos, como o CBD e o THC, tem ação direta neste sistema, podendo oferecer redução dos sintomas e melhora na qualidade de vida.

Resultados da Minha Pesquisa: Mais Controle, Melhor Qualidade de Vida

Venho, hoje, compartilhar notícias esperançosas para todos que enfrentam os sintomas debilitantes do Parkinson.

A pesquisa que idealizei e conduzi na UNILA sobre o papel da Cannabis Medicinal no tratamento dessa enfermidade revelou resultados animadores!

Analisamos os efeitos terapêuticos da Cannabis em pacientes com Parkinson, e os resultados são, de fato, inspiradores:

  • Melhora Global:
    • Todos os pacientes experimentaram uma melhora significativa, reduzindo, em média, 50% dos seus sintomas.
  • Melhora nos Movimentos:
    • Antes limitados por tremores e rigidez, após o tratamento, os pacientes evidenciaram uma movimentação mais fluída e controlada. A rigidez,  lentidão do movimento e a capacidade geral de movimento foi melhorada pelo tratamento que realizei.
  • Bem-Estar Mental:
    • O tratamento também beneficiou a saúde mental dos pacientes. Muitos que antes lidavam com depressão e ansiedade relataram melhora significativa em seu estado emocional.
  • Qualidade de Sono:
    • Os distúrbios do sono, frequentemente associados ao Parkinson, foram drasticamente reduzidos. Muitos que antes tinham noites tumultuadas agora desfrutam de um sono restaurador.
  • Olfato:
    • O que chamou a atenção nesse estudo foi a mudança qualitativa nas respostas dos pacientes. Muitos mencionaram que começaram a perceber odores mais fortes, alguns até recordaram memórias associadas a certos aromas. Isso sugere uma reativação e reinterpretação do sistema olfatório.

O mais entusiasmante é ver tais melhorias sem o peso de uma longa lista de efeitos colaterais, um cenário comum com as medicações convencionais.

Rumo ao Futuro: A Trajetória Natural Para o Controle

O potencial da Cannabis medicinal ainda está sendo desvendado. Com mais pesquisas e estudos, podemos entender melhor e ampliar seus benefícios no tratamento do Parkinson.

Embora ainda tenhamos um longo caminho pela frente, os primeiros sinais são animadores.

A Cannabis poderia ser a chave para uma vida melhor para muitos pacientes.

Vamos seguir juntos nesta jornada de descobertas e alívio!

Se você ou alguém que você conhece luta contra a doença de Parkinson, me acompanhe para ver as novidades sobre a Cannabis medicinal como uma alternativa de tratamento.

A vida, com todos os seus altos e baixos, é alimentada pela esperança.

E, para muitos, essa esperança está sendo reacendida pela Cannabis medicinal.

Juntos, continuamos na busca por uma vida mais plena e com menos limitações!

Depoimento: Uma Jornada Pessoal com a Cannabis Medicinal

Em meio às incertezas e desafios da doença de Parkinson, uma luz de esperança se acende. 

A Cannabis medicinal se destaca como uma fronteira não totalmente explorada, promissora, capaz de transformar vidas, conforme evidenciado pelas histórias de pacientes.

Esse depoimento não é apenas um testemunho, mas um convite para olharmos além das opções tradicionais de tratamento. 

Estamos na alvorada de uma era de descobertas, e cada história de sucesso é um passo adiante nessa jornada de inovação e alívio.

Ao nos unirmos, pacientes, cuidadores, profissionais de saúde e pesquisadores, embarcamos em uma expedição coletiva para desvendar os mistérios e potenciais da Cannabis medicinal. 

Se você ou um ente querido enfrenta o Parkinson, convidamos você a se juntar a nós. 

É uma jornada de esperança, transformação e triunfo sobre os desafios impostos pela doença.

 

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PARKINSON

Quais são os Perigos e Riscos do Parkinson?

Ao ouvir falar da doença de Parkinson, imediatamente, os tremores e a rigidez muscular podem vir à sua mente. 

No entanto, há mais profundidade e complexidade nos desafios apresentados por essa condição. 

Vamos explorar juntos os riscos e perigos associados ao Parkinson, e mais importante, mergulhar nas estratégias para gerenciar e atenuar esses desafios.

Um Espectro de Sintomas

A doença de Parkinson é uma narrativa de vários capítulos. 

Não é apenas uma história de tremores, mas também de desafios emocionais e cognitivos. 

Os sintomas progressivos tocam cada aspecto da vida do paciente, tornando tarefas diárias um terreno de desafios inesperados.

Desafios Motores e Além

Os desafios motores como rigidez, instabilidade postural e tremores são os personagens principais. 

No entanto, as complicações cognitivas, os desafios emocionais e as mudanças de humor também desempenham papéis significativos. 

Eles adicionam camadas de complexidade ao gerenciamento diário da doença.

Perigos e Riscos do Parkinson

  1. Tremores e Dificuldade de Movimento
    • Risco de lesão ao realizar atividades diárias.
    • Dificuldades em tarefas manuais precisas (como escrever ou comer).
    • Aumento da fadiga e cansaço.
  2. Problemas de Equilíbrio e Coordenação
    • Quedas frequentes, potencialmente levando a fraturas e outras lesões.
    • Problemas na mobilidade, aumentando a dependência.
  3. Complicações Cognitivas
    • Redução na capacidade de tomar decisões e resolver problemas.
    • Potencial perda de independência em tarefas do dia a dia.
  4. Desafios Emocionais
    • Pensamentos suicidas devido à depressão.
    • Risco de automedicação ou uso inadequado de medicamentos.
  5. Problemas de Sono
    • Fadiga diurna, levando a um aumento do risco de acidentes.
    • Problemas de saúde devido ao sono inadequado.
  6. Dificuldades de Fala e Deglutição
    • Risco de desnutrição e desidratação.
    • Aspiração e pneumonia por aspiração devido a problemas de deglutição.
  7. Problemas Autonômicos
    • Risco de quedas devido à hipotensão ortostática.
    • Problemas de desidratação ou desequilíbrio eletrolítico.
  8. Dor Muscular e Rigidez
    • Limitação na mobilidade e no desempenho de atividades diárias.
    • Aumento da dependência e necessidade de assistência.
  9. Medicação e Efeitos Colaterais
    • Riscos relacionados a efeitos colaterais, como hipotensão, confusão ou alucinações.
    • Problemas relacionados à sobre ou submedicação.
  10. Isolamento Social
  • Agravamento de sintomas depressivos e ansiosos.
  • Redução da qualidade de vida e bem-estar emocional.

Cada um desses pontos apresenta desafios únicos e complexos, mas a informação adequada e o apoio contínuo podem ajudar na gestão eficaz da doença e na manutenção da qualidade de vida dos pacientes.

 

Estratégias Eficazes de Gerenciamento

Existem estratégias, recursos e comunidades prontas para acolher, apoiar e orientar cada pessoa afetada pelo Parkinson.

Tratamentos personalizados, abordagens focadas no indivíduo e apoio comunitário são armas poderosas que temos em nosso arsenal.

Um Convite para Aprender e Crescer

Queremos estender a mão para você. 

Se você ou um ente querido está enfrentando o Parkinson, este é um convite para explorar, aprender e crescer, entre em contato comigo. 

Cada informação, cada insight é uma etapa em direção a uma vida mais gerenciável e gratificante, mesmo com o Parkinson.

Juntos, Somos Mais Fortes

Cada sintoma, cada desafio, quando enfrentado com conhecimento e apoio, se torna menos intimidante. 

Estamos aqui para caminhar com você, para explorar as profundezas dos riscos e perigos do Parkinson e emergir do outro lado mais informados, mais fortes e mais capacitados.

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Antes dos Tremores: Descubra os Primeiros Sinais do Parkinson
PARKINSON

Antes dos Tremores: Descubra os Primeiros Sinais do Parkinson

Muitos associam o Parkinson aos tremores, mas você sabia que existem sinais que podem aparecer bem antes desses movimentos involuntários? 

Conhecê-los e identificá-los a tempo pode fazer uma diferença significativa no gerenciamento da doença. 

Vamos juntos desvendar esses mistérios e empoderar-se com o conhecimento!

Sinais Silenciosos, Mas Reveladores

Os primeiros sinais da doença de Parkinson costumam ser tão sutis que é fácil ignorá-los. 

Você pode perceber uma leve rigidez nos dedos, uma mudança na sua caligrafia, ou até uma diminuição na expressão facial. 

Parece comum, certo? 

Esses sintomas iniciais muitas vezes passam despercebidos.

Descubra os Primeiros Sinais do Parkinson Antes dos Tremores:

  1. Alterações na Caligrafia:
    • Letras podem ficar menores e as palavras mais apertadas.
  2. Redução do Olfato:
    • Dificuldade em identificar odores.
  3. Problemas de Sono:
    • Inquietação, movimentos bruscos ou pesadelos intensos durante o sono.
  4. Rigidez Muscular:
    • Dificuldade em movimentar ou dor nos braços e pernas.
  5. Alterações na Voz:
    • Voz baixa, suave ou hesitante.
  6. Rosto Inexpressivo:
    • Conhecido como “face de máscara”, onde há uma falta de expressão facial.
  7. Problemas de Postura e Equilíbrio:
    • Postura inclinada ou dificuldade em manter o equilíbrio.
  8. Constipação:
    • Problemas digestivos e intestinais persistentes.
  9. Bradicinesia (Movimento Lento):
    • Lentidão nos movimentos, levando mais tempo para realizar tarefas físicas.
  10. Alterações no Andar:
    • Dificuldade para iniciar o movimento ou um andar arrastado.

Estes são sinais indicativos que podem surgir antes dos tremores, servindo como alertas iniciais da doença de Parkinson. Se você ou alguém que conhece está experimentando esses sintomas, é essencial consultar um médico para um diagnóstico adequado e orientação profissional.

O Poder do Diagnóstico Precoce

Identificar o Parkinson em seus estágios iniciais é um superpoder em si. 

O diagnóstico precoce não apenas abre portas para tratamentos mais eficazes, mas também permite que pacientes e famílias se preparem e se ajustem para o caminho que têm pela frente. 

É como ter um mapa detalhado para uma jornada; com ele, você pode navegar pelos desafios com muito mais confiança.

Mãos Dadas Contra o Parkinson

Ninguém deveria caminhar pela jornada do Parkinson sozinho.

Há uma teia de suporte, tecida com fios de compreensão, empatia e conhecimento. 

Existem recursos abundantes, desde grupos de apoio até avanços médicos, pesquisas científicas, todos focados em transformar a jornada do Parkinson de isolamento para uma de comunidade e apoio.

Conhecimento é Sua Espada

Queremos que você esteja equipado, informado e preparado.

Saber o que esperar, como se adaptar e onde buscar ajuda é a chave para viver com Parkinson, não apenas existir.

Junte-se a Nós

Este é um convite aberto para todos que desejam aprender, crescer e enfrentar o Parkinson de cabeça erguida. 

Os sintomas e desafios são reais, mas com o conhecimento e o apoio certos, tornam-se montanhas que podemos escalar e conquistar juntos.

Através do entendimento, apoio e conhecimento, transformamos o desconhecido em um caminho iluminado. 

Descubra mais, aprenda mais e junte-se a nós para transformar a jornada do Parkinson em uma de força, coragem e esperança.

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Parkinson: Em Que Idade Costuma Aparecer?
PARKINSON

Parkinson: Em Que Idade Costuma Aparecer?

A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico progressivo conhecido por afetar o movimento e causar tremores, mas você sabe em que idade ela costuma se manifestar? 

Nesse artigo, mergulhamos profundamente para te ajudar a entender os aspectos vitais da doença.

Entendendo o Parkinson

A doença de Parkinson é uma condição neurológica que pode afetar qualquer um, mas é mais comum em pessoas com mais de 60 anos. 

Fatores de risco associados incluem tanto elementos genéticos quanto ambientais.

Fatores de Risco Associados ao Parkinson

Os fatores de risco associados à doença de Parkinson incluem uma variedade de elementos, como genética e exposição ambiental. 

No entanto, um dos principais fatores é a idade. 

Embora a doença possa se manifestar em qualquer estágio da vida adulta, é mais comumente diagnosticada em pessoas com mais de 60 anos. 

Estatísticas revelam que a prevalência da doença aumenta com a idade, afetando aproximadamente 1% da população nesta faixa etária.

Globalmente, estima-se que cerca de 6-10 milhões de pessoas tenham Parkinson. Em estudos populacionais de países industrializados, a incidência da DP é geralmente estimada entre 8 e 18 por 100.000 pessoas/ano. Em indivíduos com mais de 60 anos, a taxa de incidência pode subir para mais de 160 por 100.000 pessoas-ano.

 

Primeiros Sintomas: O Que Observar

Os primeiros contatos com o Parkinson podem ser tão sutis que você nem mesmo perceba. Além disso, esses sintomas variam de uma pessoa para outra.  

Tremores leves, rigidez ocasional nas mãos ou pernas, problemas de equilíbrio ou uma mudança sutil na postura podem ser os primeiros sintomas. 

A detecção precoce pode levar a intervenções eficazes que ajudam a gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Lista dos 10 Primeiros Sintomas do Parkinson:

  1. Tremores:
    • Movimentos trêmulos involuntários em mãos, dedos, queixo ou lábios, mesmo quando em repouso.
  2. Rigidez Muscular:
    • Dificuldade em movimentar as articulações, causando desconforto e limitação nos movimentos.
  3. Bradicinesia (Lentidão de Movimento):
    • Redução na velocidade e fluidez dos movimentos corporais.
  4. Alterações na Postura:
    • Postura curvada ou instabilidade ao ficar de pé.
  5. Alterações na Caligrafia:
    • Letras pequenas e apertadas, mudança no tamanho ou qualidade da escrita.
  6. Alterações na Expressão Facial:
    • Redução na expressão facial, conhecida como “face de máscara”.
  7. Dificuldade em Andar:
    • Passos curtos, arrastados ou dificuldade em iniciar o movimento.
  8. Alterações na Voz:
    • Voz baixa, monótona ou rouca.
  9. Diminuição do Balanço dos Braços ao Andar:
    • Um ou ambos os braços não balançam normalmente ao caminhar.
  10. Dificuldades com o Sono:
    • Problemas para dormir, movimentos incomuns ou pesadelos durante o sono.

Estes sintomas iniciais podem variar entre os indivíduos e, se você ou alguém que você conhece está experienciando esses sintomas, é aconselhável procurar a avaliação de um profissional de saúde para um diagnóstico preciso e orientações adequadas sobre o manejo.

Opções de Tratamento

Existem várias opções de tratamento disponíveis para manejar a doença de Parkinson. 

Estes incluem medicamentos que ajudam a controlar os sintomas, terapias físicas para melhorar a mobilidade e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos para aliviar os sintomas severos. 

A abordagem de tratamento é frequentemente personalizada, dependendo da idade, estágio da doença e saúde geral do indivíduo.

Acompanhe também as novas descobertas em pesquisas científicas.

Educando-se Sobre o Parkinson

Conhecimento é poder. 

Estar equipado com informações detalhadas não só sobre os primeiros sintomas mas também sobre os fatores de risco associados pode ser um recurso inestimável. 

Convidamos você a explorar mais, aprender e se empoderar com as informações necessárias para entender, identificar e manejar eficazmente a doença de Parkinson.

Junte-se a Nós na Jornada para a Conscientização

A informação é sua maior aliada. 

Quanto mais você souber, mais equipado estará para enfrentar e manejar a doença, se ela decidir bater à sua porta ou à de um ente querido. 

 Descubra como você pode estar atento aos primeiros sinais, entender os fatores de risco e estar equipado com as ferramentas necessárias para tomar decisões informadas sobre o tratamento. 

Explore mais, e junte-se a nós na jornada para a conscientização e o manejo eficaz do Parkinson.

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A Pior Fase do Parkinson
PARKINSON

A Pior Fase do Parkinson: O Que Você Precisa Saber

A vida é um caminho repleto de subidas e descidas, e para aqueles que enfrentam o Parkinson, algumas etapas podem ser um pouco mais difíceis de caminhar. 

Mas mesmo nas fases mais desafiantes, há sempre uma forma de enfrentar os desafios com força, dignidade e esperança. Quero lhe contar como.

É uma jornada, e queremos que você saiba que não está sozinho nela.

Um Caminho Desafiador, Mas Não Impossível

A fase mais desafiadora do Parkinson é marcada por sintomas intensificados. 

Os tremores, a rigidez e os problemas de mobilidade podem aumentar. 

Pode ser um período assustador tanto para os pacientes quanto para os cuidadores. 

Mas, com o conhecimento certo, apoio e estratégias adequadas de gerenciamento, é possível enfrentar esta fase com dignidade e qualidade de vida.

Sintomas Amplificados

Durante esta fase, os sintomas do Parkinson se tornam mais evidentes. 

A mobilidade pode ser severamente afetada, e atividades diárias podem se tornar mais desafiadoras. 

Este é um momento crucial para fortalecer o sistema de apoio, buscar tratamentos avançados e, se necessário, considerar cuidados especializados.
Essa é uma lista dos sintomas que podem piorar:

  1. Aumento dos Sintomas:
    • Intensificação dos tremores, rigidez e dificuldade de movimento.
    • Aumento dos problemas de equilíbrio, levando a quedas frequentes.
    • Dificuldade em realizar tarefas diárias simples.
  2. Desafios Emocionais e Cognitivos:
    • Desenvolvimento ou agravamento da depressão e ansiedade.
    • Declínio cognitivo, incluindo problemas de memória e concentração.
  3. Problemas de Comunicação:
    • A voz pode se tornar mais baixa e monótona.
    • Dificuldade em participar de conversas devido à lentidão de processamento mental.
  4. Complicações Motoras:
    • Aumento da bradicinesia (lentidão dos movimentos).
    • Rigidez muscular exacerbada, afetando a mobilidade.
  5. Sintomas Não-Motores:
    • Problemas de sono, como insônia e movimentos abruptos durante o sono.
    • Questões digestivas e urinárias se tornam mais comuns.
  6. Gestão e Cuidados:
    • Necessidade de assistência intensiva para realizar atividades diárias.
    • Aumento da dependência de medicamentos e terapias para gerenciar sintomas.
  7. Impacto nos Cuidadores e Familiares:
    • O estresse e a pressão aumentam para aqueles que cuidam de pacientes com Parkinson.
    • Necessidade de apoio emocional e prático para cuidadores.
  8. Estratégias para Melhorar a Qualidade de Vida:
    • Personalização do plano de tratamento para atender às necessidades específicas dos pacientes nesta fase.
    • A busca por apoio emocional e prático, tanto para o paciente quanto para os cuidadores.

Esta fase do Parkinson é desafiadora, mas o conhecimento detalhado dos sintomas e desafios, aliado ao suporte apropriado, pode ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus cuidadores. É crucial buscar profissionais de saúde e comunidades de apoio para orientação e suporte adaptados às necessidades individuais.

 

Estratégias de Gerenciamento

Você não está sozinho nessa jornada. 

Há uma comunidade, recursos e estratégias práticas à sua disposição. 

Os cuidados e o gerenciamento nessa fase se concentram em maximizar o conforto, manter a dignidade e promover a melhor qualidade de vida possível para o paciente e os que estão ao seu redor.

As adaptações no ambiente doméstico, fisioterapia, medicações ajustadas e a incorporação de tecnologias assistivas podem fazer uma diferença significativa na vida do paciente e dos cuidadores.

Apoio e Cuidado

Amigos, familiares, cuidadores – todos têm um papel vital. 

Para os cuidadores, este período pode ser emocionalmente e fisicamente desgastante. 

É vital procurar apoio, seja através de grupos de apoio, aconselhamento ou garantindo que haja períodos de repouso e autocuidado. 

Você não pode derramar um copo vazio, cuidar de si mesmo é tão crucial quanto cuidar do seu ente querido.

O apoio se torna a espinha dorsal que nos ajuda a permanecer de pé, a mover-se, a avançar. 

E lembre-se, pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, mas de força. 

É um reconhecimento de que juntos, somos mais fortes.

Preparando-se para a Jornada

Conhecimento, preparação e adaptabilidade são nossas ferramentas mais poderosas. 

Entender a progressão dos sintomas, as opções de tratamento disponíveis e as estratégias podem empoderar pacientes e cuidadores a enfrentar esta fase com confiança.

Saber o que esperar, como se adaptar e onde buscar ajuda pode transformar os momentos mais desafiantes em oportunidades para crescimento, aprendizado e aprofundamento dos laços de amor e cuidado.

Estamos Aqui para Você

Não importa quão árduo o caminho possa parecer, há ajuda, há apoio e há esperança. 

A cada passo, a cada desafio, estamos aqui para ajudá-lo a encontrar a luz, a força e a coragem para continuar. 

O Parkinson pode ser uma montanha para escalar, mas juntos, podemos tornar essa jornada mais suportável.

Para mais informações, dicas práticas e profissionais, e estratégias detalhadas nas fases avançadas da doença de Parkinson, entre em contato comigo. 

Você não está sozinho, e com o conhecimento e apoio certos, cada passo, por mais desafiador que seja, é um passo em direção à esperança e ao bem-estar.

Junte-se a nós. Vamos caminhar juntos nessa jornada, mão na mão, passo a passo, com a certeza de que a cada amanhecer, há esperança, há possibilidades e há um novo começo esperando por nós.

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DEPOIMENTO, PARKINSON

A Cannabis pode ajudar no Parkinson!

O estudo piloto que desenvolvi na Unila, mostrou que a Cannabis pode melhorar os sintomas do Parkinson!

 

A Cannabis pode ajudar no Parkinson. Meu estudo piloto demonstrou que a Cannabis tem potencial para tratar os sintomas motores dessa doença.

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Há seis anos venho estudando e conduzindo pesquisas para desvendar o potencial terapêutico da Cannabis sobre os sintomas motores e não motores da Doença de Parkinson.

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Nesse período realizei na Unila estudos piloto sobre o tema.

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Em um desses estudos, quatro pacientes fizeram o acompanhamento do tratamento do Parkinson com os Cannabinoides THC e CBD em baixas doses, de até 1mg ao dia, juntamente com seu tratamento convencional. Vocês podem verificar os resultados parciais desse estudo aqui.

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Os pacientes relataram que com o tratamento eles travavam menos durante o dia, seus movimentos melhoraram, conseguiam fazer suas atividades do dia-a-dia com maior facilidade, conseguiam dormir bem durante a noite e sentiam-se melhor.

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Sabe porque esse potencial da Cannabis da Doença de Parkinson? …

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O nosso cérebro produz substâncias muito parecidas com as que existem na planta Cannabis. Com isso, nós temos oque chamamos de sistema endocanabinoide. As substâncias desse sistema que produzimos, servem para regular as funções cerebrais, inclusive o nosso movimento. Quando temos alguma doença, como o Parkinson, o sistema endocanabinoide não é auto-suficiente e com isso os sintomas dessa doença podem começar a aparecer.

Por isso, considerando que as substâncias presentes na cannabis, como o THC e o CBD conseguem se ligar nos mesmos lugares que as substâncias do sistema endocanabinoide, eles tem o potencial de regular e facilitar o nosso movimento.

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Na figura abaixo temos a demonstração de uma pacientes que participou do meu estudo realizando o movimento de flexão de quadril. Percebam que no gráfico de cima, existe uma linha quase contínua, ou seja, não houve amplitude de movimento, o que quer dizer que o paciente não conseguiu levantar sua perna.

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Já no segundo gráfico, percebe-se amplitude de movimento, indicando que o paciente em questão conseguiu fazer uma sequencia desse movimento.

Cannabis trata parkinson
Paciente tem melhora do movimento de flexão de quadril com o tratamento da doença de Parkinson com microdoses de cannabis

 

Se você quiser saber mais sobre os resultados desse estudo clique aqui.

Ficou alguma dúvida? Me envie uma mensagem aqui

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