fevereiro 24

“O Antes e o Depois”: A Pesquisa Clínica com Cannabis para Parkinson na UFSC

Cannabis Medicinal e Doença de Parkinson: Evidências Clínicas, Ciência Brasileira e Histórias Reais de Transformação

Nesta entrevista, apresentamos os bastidores e os resultados preliminares da pesquisa que foi o meu doutorado, e atualmente meu pós doutorado, uma pesquisa clínica inédita conduzida na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, que avalia o uso de canabinoides no tratamento da Doença de Parkinson.

O estudo, que já acompanha pacientes há dois anos, investiga não apenas a melhora dos sintomas motores, mas também aspectos como qualidade do sono, dor, equilíbrio, flexibilidade e redução do uso de outros medicamentos. Atualmente, 55 pacientes participam da pesquisa e os dados observados até o momento são promissores, com melhora significativa na gravidade dos sintomas — especialmente entre as mulheres, sugerindo possíveis diferenças na modulação do sistema endocanabinoide.

Ao longo do tratamento, os participantes passam por avaliações trimestrais rigorosas, com questionários clínicos detalhados e testes físicos de coordenação, força e equilíbrio. A fase atual do estudo concentra-se na definição das doses ideais, buscando o maior benefício terapêutico com máxima segurança.

Mas esta entrevista vai além dos dados científicos. Ela revela histórias reais de transformação. Pacientes relatam melhora no sono, redução da dor, maior estabilidade emocional e recuperação da autonomia em atividades simples do dia a dia — conquistas que, para quem convive com o Parkinson, representam vitórias profundas.

A ciência brasileira avança. E quando a pesquisa clínica encontra o cuidado humanizado, quem ganha são os pacientes, suas famílias e toda a sociedade.

Convido você a assistir à entrevista completa e conhecer de perto essa jornada de evidência, ética e esperança.

Marque sua Consulta Farmacêutica: Onde Ciência e Cuidados se encontram.